Rio do Antônio

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Guajeru: Homem é encontrado morto em estrada vicinal
Foto: Reprodução

Um homem de prenome ''Zé de Lozo'' foi encontrado morto na tarde deste domingo, 18, numa estrada que liga o povoado de Campo Frio a sede, Guajeru, mais especificamente nas proximidades da popular ''Ladeira do Caú''. Segundo informações o corpo apresentava vários ferimentos na região da cabeça, e a moto em que ele estava se encontrava a alguns metros do corpo. 

Bahia: Suspeito de envolvimento em 30 homicídios, jovem de 19 anos e comparsa morrem em troca de tiros com policiais
Foto: Divulgação/SSP

Um jovem de 19 anos suspeito de participar de 30 homicídios na região metropolitana de Salvador morreu com um comparsa, na manhã deste sábado (17), durante uma troca de tiros com policiais civis e militares, na cidade de Alagoinhas, a cerca de 110 km da capital baiana.

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), Wedson Jonhson Schimanki Alves era alvo prioritário da polícia no estado e ostentava várias armas em suas redes sociais. Recentemente, conforme a SSP, o jovem também teria ironizado na internet a notícia de 1 ano sem homicídios na cidade de Madre de Deus, onde ele atuava.

Segundo a Secretaria, o suspeito e o comparsa, identificado como Luan Tiago Santos Damasceno, estavam escondidos em Alagoinhas e foram encontrados após denúncia anônima. Os dois teriam reagido à ação da polícia para prendê-los e, no confronto, mas acabaram baleados. Segundo a SSP, ambos foram socorridos, mas não resistiram aos ferimentos.

De acordo com a SSP, Wedson Jonhson cometeu o primeiro assassinato com 13 anos de idade e, na época, chegou a ficar em um centro de recuperação para adolescentes, porém, quando saiu logo assumiu a liderança de um grupo criminoso. Já Luan tinha passagem por latrocínio (roubo seguido de morte) também quando era menor.

Polícia encontra 115 mil pés de maconha após denúncia
Foto: Reprodução

Foram localizados por policiais militares na tarde de quarta-feira (14), 115 mil pés de maconha que foram plantados em um terreno na cidade de Macururé, no norte da Bahia. As informações são da Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA).

De acordo com a polícia, pés de maconha renderiam aproximadamente 40 toneladas da erva. Plantação foi encontrada após denúncias.

De acordo com a SSP-BA, após denúncias, os militares usaram drones e confirmaram o plantio ilegal. 

Acampamentos usados por criminosos que tomavam conta da plantação e os pés da erva foram destruídos. Além disso, roupas, alimentos e uma amostra da erva foram apreendidos. Ninguém foi preso.

 

Noruega suspende repasses para o Fundo Amazônia
Foto: Reprodução

O ministro do Clima e Meio Ambiente da Noruega, Ola Elvestuen, disse nesta quinta-feira (15/08) que seu país vai suspender o repasse de 133 milhões de reais que seriam destinados ao Fundo Amazônia, o programa de financiamento à proteção da maior floresta tropical do mundo.

A Noruega é a maior doadora do fundo, tendo repassado 3,1 bilhões de reais para a iniciativa nos últimos dez anos. A Alemanha, por sua vez, doou cerca de 200 milhões de reais.

Os dois países vinham mostrando contrariedade com a extinção de dois comitês responsáveis pela gestão do Fundo Amazônia, oficializada unilateralmente pelo governo de Jair Bolsonaro no final de junho.

O ministro ainda lembrou que os números do desmatamento na Amazônia estão crescendo de modo acentuado. "Houve um aumento significativo em julho em relação ao mesmo período do ano passado. Há motivos para preocupação. O que o Brasil está fazendo mostra que o país não pretende mais conter o desmatamento", afirmou.

No início de agosto, dados divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) confirmaram o aumento significativo no desmatamento da Floresta Amazônica. Em julho deste ano, a devastação do bioma cresceu 278% em relação ao mesmo mês de 2018.

A decisão segue medidas semelhantes adotadas pela Alemanha. No sábado, a ministra alemã do Meio Ambiente, Svenja Schulze, anunciou que seu país decidiu suspender o financiamento de projetos para a proteção da floresta e da biodiversidade no Brasil. A medida reteve cerca de 155 milhões de reais.

Na ocasião em que anunciou o congelamento dos repasses, Schulze levantou dúvidas sobre o comprometimento do Brasil em agir contra o desmatamento. "A política do governo brasileiro na Região Amazônica deixa dúvidas se ainda se persegue uma redução consequente das taxas de desmatamento", disse a ministra.

Após o anúncio dos alemães, Bolsonaro tratou o congelamento dos repasses com desprezo. "Ela [Alemanha] não vai mais comprar a Amazônia, vai deixar de comprar a prestações a Amazônia. Pode fazer bom uso dessa grana. O Brasil não precisa disso", disse o presidente no domingo.

Diante da resposta de Bolsonaro, a ministra Schulze reagiu: "Isso mostra que estamos fazendo exatamente a coisa certa." Logo depois, o presidente brasileiro voltou a atacar os alemães: "Eu queria até mandar recado para a senhora querida [chanceler federal] Angela Merkel. Pegue essa grana e refloreste a Alemanha, tá ok? Lá tá precisando muito mais do que aqui."

Após a divulgação da decisão dos noruegueses nesta quinta, o presidente Jair Bolsonaro criticou o país nórdico – e aproveitou para lançar mais um ataque à Alemanha. 

"A Noruega não é aquela que mata baleia lá em cima, no Polo Norte, não? Que explora petróleo também lá? Não tem nada a oferecer para nós. Pega a grana e ajuda a Angela Merkel a reflorestar a Alemanha", disse.

O debate entre Berlim e Brasília sobre a proteção ambiental em terras brasileiras vem se intensificando nas últimas semanas. Em junho, Merkel expressou preocupação com as questões dos direitos humanos e do meio ambiente no Brasil. Bolsonaro reagiu acusando a Alemanha de abusar dos recursos naturais ao utilizar combustíveis fósseis para gerar energia e de já ter desmatado suas próprias florestas.

Após as afirmações de Bolsonaro, a imprensa alemã lembrou que um terço do território do país europeu é coberto por florestas.

Além de mostrarem contrariedade com a extinção dos comitês, os alemães e noruegueses rejeitaram a proposta de Salles de usar parte dos recursos do fundo para indenizar proprietários que vivem em áreas incluídas em unidades de conservação da Amazônia, o que hoje não é permitido.